segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Petrobras estuda comprar empresas

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse nesta segunda-feira que a estatal cogita comprar parte ou mesmo o controle de empresas de serviços de petróleo, aproveitando o momento de fraqueza no setor.

"Nós até estamos considerando a possibilidade de ter algumas delas sob nosso controle", afirmou ele em uma reunião com analistas.

Fonte: http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/02/02/ult4294u2204.jhtm

Aumento do mínimo representa ganho real para 13,9 milhões de beneficiários

O reajuste do salário mínimo, que passa de R$ 415 para R$ 465 a partir deste domingo (1), deve representar um impacto final de R$ 7,873 bilhões nas contas da Previdência Social em 2009. Pelas projeções da secretaria de Políticas de Previdência Social (SPS), a despesa será elevada em R$ 8,729 bilhões, mas será atenuada com uma arrecadação extra estimada em R$ 856 milhões. Pelo menos 13,9 milhões de beneficiários, os que já ganham o piso previdenciário hoje, serão beneficiados pelo reajuste de 12,04%, que representa um aumento real (acima da inflação) estimado em 6,39%.

Fonte: http://www.inss.gov.br/vejaNoticia.php?id=32813#destaque

Preços agrícolas voltam a se elevar

Preços agrícolas voltam a se elevar
Fernando Lopes e Mônica Scaramuzzo, Valor Econômico
02/02/2009

Especialistas já alertavam que as relações de oferta e demanda não justificavam tamanha desvalorização

Todas as oito principais commodities agrícolas negociadas pelo Brasil no mercado internacional encerraram janeiro com preços médios superiores aos de dezembro - o que não era visto desde junho de 2008, em plena inflação global dos alimentos. Com o aprofundamento da crise em setembro, as cotações registraram forte queda até o fim do ano passado. Especialistas já alertavam que as relações de oferta e demanda não justificavam tamanha desvalorização, apesar da tendência de desaceleração econômica. A alta dos grãos negociados em Chicago explica-se pelas quedas de produção na América do Sul por causa da seca, em especial na Argentina, e pelo aquecimento da demanda em mercados importantes, como a China.

Nesse cenário, as cotações da soja foram as que mais subiram. Segundo pesquisa do Valor Data, o preço médio de janeiro atingiu US$ 9,9745 por bushel (um bushel do grão corresponde a 27,2 quilos), 14,29% acima da média de dezembro. A valorização do trigo, por sua vez, chegou a 9,49% na mesma comparação, e o bushel (cada bushel do cereal também equivale a 27,2 quilos) foi negociado, em média, por US$ 6,0168. O preço médio do milho subiu 7,11%, para US$ 4,0179 por bushel (já cada bushel do milho equivale a 25,2 quilos). Segundo especialistas, se depender apenas dos fundamentos econômicos, as cotações dos grãos poderão se estabilizar nesses patamares. Pelo critério dos preços médios, soja e milho estavam em baixa em Chicago desde julho de 2008; o trigo, desde agosto.

Não foram razões muito diferentes as que definiram as cotações das outras commodities - café, açúcar, suco de laranja, algodão e cacau - em Nova York em janeiro. Os fundamentos prevaleceram também para esses produtos. "Se fizermos uma análise do mercado, nada efetivamente mudou. O mercado de crédito continua limitado, sem fluir como deveria. A volatilidade também se manteve em janeiro e o dólar ficou mais firme, o que ajuda a pressionar as cotações", disse Rodrigo Costa, da Newedge.

No entanto, os preços desses produtos fecharam firmes em janeiro. Para o açúcar, os preços refletem o primeiro déficit global depois de três anos de superávit. A média do mês foi 6,41% acima da de dezembro. A menor colheita de café no Brasil em 2009 fez com que os preços subissem 7,22% em janeiro.

Exportações de biocombustíveis em 2008

Segundo o Ministério da Agricultura, o Brasil exportou em 2008 5,16 bilhões de litros de biocombustíveis, com destaque para o etanol. O volume já supera o de gasolina exportado pela Petrobras. O maior importador em 2008 foram os Estados Unidos que compraram 2,2 bilhões de litros.

A produção nacional de biocombustível contribui ainda para diminuir a necessidade brasileira de importar diesel petróleo. Embora seja autosuficiente em petróleo, as características do óleo encontrados no Brasil não permitem uma produção de diesel suficiente. A mistura de diesel de petróleo com percentuais de biodiesel, no entanto, diminui a necessidade de importações. Atualmente, ao menos 2% do combustível diesel vendido nas bombas é composto por óleo renovável.

Fonte: http://info.abril.com.br/ti-verde/biodiesel-reune-excelencia-tec.shtml

sábado, 31 de janeiro de 2009

Venezuela após dez anos de Chaves

Aqui no Brasil é difícil ter notícias verdadeiras sobre o que ocorre na Venezuela. Na telinha e nas páginas da grande mídia encontramos informações enviesadas e juízos de valor preconceituosos. Deveriam mostrar os todos os fatos e deixar as pessoas tirarem suas conclusões. Tem veículo que diz que a Venezuela e a Bolívia são governados por ditaduras, quando na verdade nesses países a oposição que foi derrotada nas urnas está sempre à espreita para dar um golpe.

A Venezuela é quinto maior exportador de petróleo, mas essa riqueza que brota da terra não garante bem estar para seu povo. Não só dividir esta riqueza como garantir que no futuro o país não dependa só do petróleo, mas tenha uma indústria e agricultura pujante, esses são os maiores desafios para o governo Chaves. Isso só já não é tarefa fácil, além disso o governo tem que enfrentar uma elite mesquinha e empresário que estão acostumados a serem dependentes dos EUA.


Há dez anos, cerca de 4,8 milhões de venezuelanos viviam em situação de pobreza e a saúde e a educação eram um privilégio.


Leia a matéria completa no site da BBC.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2009/01/090130_venezuela_social_cj_cq.shtml


Lei também esta matérias sobre os desafios da Venezuela:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2009/01/090129_venezuela_petroleo.shtml

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A mídia e o bolsa família

A grande mídia não gostou do anuncio da expansão do Bolsa Família e do programa de merenda escolar. Para eles o dinheiro do povo não pode ser gasto com os mais pobres. Faltam dois anos para a eleição e eles vem dizer que são gastos eleitoreiros. Essa não cola.

Os mesmos que criticam o Bolsa Família não levantam a voz contra os gastos do Banco Central com os ricaços.

São R$150 bilhões de juros (mais de dez vezes o bolsa família) pagos anualmente para aqueles que ou tem renda muito alta ou patrimônio elevado. Além disso, operação obscuras são feitas no Banco Central e a mídia não denuncia. Prejuízo no balanço do banco Central é lucro no balanço dos bancos e fundos de investimento. Só em 2007 o BC teve perdas de R$60 bilhões com o chamado swap reverso (outros chamam de swap português).

O grande erro do governo Lula foi entregar a política econômica para os donos do dinheiro, justamente aqueles que mais criticam seu governo.

Rezo para que Lula tenha coragem de romper com essa elite mesquinha e não ter medo de abraçar políticas que beneficie os mais pobres.

Não economize na saúde, na educação, no salário mínimo. Não faça o jogo da elite (cortar gastos para sobrar mais dinheiro para juros).



Vale a pena ler o depoimento de Jussara Seixas no blog Desabafo Brasil. Clique no texto para ler o depoimento completo.

Fiz questão de assistir ao JN e ao jornal da Band ontem, 28/1. Só para ver o histerismo, as caras e bocas revoltadas dos jornalistas ao noticiarem o aumento do número de beneficiados pelo Bolsa Família. Não deu outra, foi geral, estavam e estão indignados: como assim, beneficiar os mais pobres do país?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Fiat compra 35% das ações da Chrysler, Toyota desbanca GM

Os US$4 bilhões concedidos pelo governo não foram suficientes para dar fôlego à Chrysler. No dia 20 de janeiro, a Fiat comprou 35% do capital da montadora norte-americana.

Enquanto isso a GM perdeu para a Toyota o posto de maior do mundo, posição que ocupava há 77 anos.