quinta-feira, 12 de maio de 2016

PMDB emplaca terceiro presidente sem voto e pede música no Fantástico

http://www.sensacionalista.com.br/2016/05/12/pmdb-emplaca-terceiro-presidente-sem-voto-e-pede-musica-no-fantastico/

Em seus 50 de História, o PMDB conseguiu emplacar hoje seu terceiro presidente da República sem que tenha sido votado para ser presidente. José Sarney, em 1985, quando Tancredo ficou doente e não pode assumir. Itamar Franco em 1992, após o impeachment de Fernando Collor, e agora Michel Temer, com o afastamento de Dilma. Todos vices que acabaram no poder. Resultado: o partido já pode pedir música no Fantástico.
Coma votação de 55 a 22 pelo Senado, Dilma é, definitivamente, a Bola Murcha da rodada. Temer, por enquanto, está com a bola cheia. Mas o quanto isso vai durar, ninguém sabe.
Agora o partido fará uma enquete para escolher a música. Temer disse a amigos que, se fosse ele a decidir, seria o hit Eu vou tirar você desse lugar, de Odair José.

E Gilmar suspende investigação sobre Aécio em Furnas

http://jornalggn.com.br/noticia/e-gilmar-suspende-investigacao-sobre-aecio-em-furnas

ornal GGN – O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, havia autorizado inquérito para investigar o senador tucano, Aécio Neves, do PSDB-MG, em suspeitas de corrupção na estatal Furnas. A autorização durou algumas horas e, cai por terra.
O ministro suspendeu nesta quinta-feira, dia 12, a coleta de provas na investigação aberta sobre Aécio, candidato derrotado nas eleições de 2014. O tema é uma série de citações sobre supostas irregularidades em Furnas. Gilmar interrompeu tudo e, na mesma decisão, enviou de volta o inquérito para Rodrigo Janot, procurador-geral da República, para que faça uma reavaliação.
A autorização foi feita na quarta, dia 11, em que ele disse que poderiam abrir inquérito sobre Aécio, atendendo a pedido do próprio Janot. Este pedido tem por origem as investigações da Lava Jato, e apura esta suposta prática de corrupção e lavagem de dinheiro a partir de desvios em Furnas, uma das maiores subsidiárias da Eletrobrás.
Em sua ordem de volta a Janot, Gilmar suspendeu a realização de diligências na investigação, levando em conta as informações fornecidas dando conta de que receberia propinas por intermédio de Dilmas Toledo, ex-diretor de Furnas, com dinheiro desviado em contratos com empresas terceirizadas.
A defesa alegou que a investigação já havia sido arquivada por Teori Zavascki, relator da Lava Jato, por se basear apenas em declarações de Alberto Youssef, o doleiro, que teria somente ouvido falar do envolvimento do senador em Furnas, mas sem conhecimento pessoal de fatos.
Ainda segundo a defesa, a abertura do inquérito só aconteceu em razão da delação do ex-senador Delcídio do Amaral, que relatou a mesma suspeita sobre o senador Aécio, candidato derrotado nas eleições de 2014 à presidência da República.
A defesa disse também que Delcídio afirmou não saber "quem são os operadores do esquema e como os repasses" eram feitos. Daí afirmaram que Delcídio teria relatado que, em viagem de avião, afirmou ao ex-presidente Lula, que Aécio Neves "pediu" por Toledo. A defesa alegou ainda, que mesmo que seja comprovado que Delcídio viajou com Lula, isso não demonstra o conteúdo da conversa entre ambos.

Banco do Brasil tem lucro de R$ 2,359 bilhões no primeiro trimestre

http://jornalggn.com.br/noticia/banco-do-brasil-tem-lucro-de-r-2359-bilhoes-no-primeiro-trimestre


Carteira de crédito avança e inadimplência atinge 2,6%
Jornal GGN - O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,359 bilhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 59,5% em relação ao mesmo período de 2015. Segundo o BB, a redução no lucro deve-se à Cateno, empresa criada em parceria com a Cielo para gerir contas de pagamento pós-pagas e a funcionalidades de compras via débito. Já o lucro líquido ajustado, que exclui os efeitos extraordinários, atingiu R$ 1,286 bilhão no primeiro trimestre.
A carteira de crédito ao agronegócio alcançou o recorde de R$ 179,5 bilhões, com crescimento de 9,8% em relação a março de 2015. O banco mantém-se como o principal agente financeiro do agronegócio no país, com 61,2% de participação nos financiamentos destinados ao setor.
A carteira de crédito para pessoas físicas encerrou março deste ano com saldo de R$ 185,3 bilhões, crescimento de 1,5% no trimestre e de 8,8% em 12 meses. As linhas de menor risco (Crédito Consignado, CDC Salário, Financiamento de Veículos e Financiamento Imobiliário) atingiram 75,7% do total da carteira orgânica.
Já a carteira de crédito ampliada de pessoa jurídica alcançou R$ 348,5 bilhões, decréscimo de 0,9% em 12 meses, respondendo por 44,9% do total. Ao final de março, as médias e grandes empresas (com TVM), somadas ao Governo representavam 73,9% do total da carteira de crédito ampliada pessoa jurídica, enquanto que a carteira MPE respondia por 26,1%.
O crédito imobiliário atingiu R$ 50,3 bilhões, crescimento de 22,6% em relação a março de 2015. O financiamento às empresas cresceu 11,5% em um ano, atingindo saldo de R$ 11,9 bilhões e o financiamento às pessoas físicas evoluiu 26,5% no mesmo período, alcançando saldo de R$ 38,4 bilhões.
As receitas do banco com tarifas somaram R$ 5,558 bilhões no primeiro trimestre de 2016, com crescimento de 2,5% na comparação com o mesmo período de 2015.
O índice de inadimplência (relação entre as operações vencidas há mais de 90 dias e o saldo da carteira de crédito) chegou a 2,6%, em março. No mesmo período do ano passado, esse índice estava em 1,84%. Em todo o sistema financeiro, o índice de inadimplência ficou em 3,5% em março deste ano.

Petrobras fecha trimestre com prejuízo de R$ 1,25 bilhão

http://jornalggn.com.br/noticia/petrobras-fecha-trimestre-com-prejuizo-de-r-125-bilhao



EBITDA trimestral cai 2%, enquanto endividamento líquido tem retração de 6%
Jornal GGN - A Petrobras teve prejuízo líquido de R$ 1,246 bilhão durante o primeiro trimestre do ano, revertendo o lucro de R$ 5,330 bilhões contabilizado nos primeiros três meses de 2015. No quarto trimestre de 2015, a perda chegou a R$ 36,938 bilhões.
Entre os motivos listados pela estatal para o prejuízo, estão as maiores despesas com juros e variações do dólar, que atingiram R$ 9,579 bilhões; queda de 7% na produção de petróleo e gás no Brasil e no exterior; queda de 8% na venda de derivados no país; alta de custos com depreciação de bens; e gastos maiores com equipamentos parados, especialmente sondas. Também prejudicou as contas da empresa o preço baixo do petróleo no mercado global.
O lucro bruto registrado caiu 6% em relação ao ano passado, atingindo R$ 21 bilhões. Segundo a companhia, "houve redução na receita de vendas, em função da queda de 8% na demanda de derivados no mercado doméstico, parcialmente compensada pelas maiores margens de diesel e gasolina, e pelo maior volume de exportações de petróleo e derivados (14%)". Também contribuíram para a menor receita de vendas a queda dos preços das exportações de petróleo e derivados, o menor volume vendido de gás natural, e a redução da geração de energia, devido à queda na demanda do setor termelétrico, além do recuo nos preços de energia elétrica.
O resultado financeiro foi negativo em R$ 8,7 bilhões, registrando uma despesa líquida adicional de R$ 3,1 bilhões em relação ao primeiro trimestre de 2015. Contribuíram para este resultado o maior efeito de variação cambial, a maior reclassificação do hedge accounting para o resultado e o acréscimo nas despesas com juros, refletindo o maior endividamento e o efeito da depreciação do real frente ao dólar.  Já a receita da estatal foi de R$ 70,4 bilhões no trimestre, queda de 5% na comparação com os R$ 74,3 bilhões do mesmo período do ano passado.
De acordo com os dados divulgados pela companhia, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) caiu 2% no trimestre, saindo de R$ 21,5 bilhões para R$ 21 bilhões. A margem EBITDA foi de 30%.
A geração de caixa operacional da companhia atingiu R$ 17,3 bilhões, alta de 5,3% na comparação anual. Ao fim do trimestre, a Petrobras tinha R$ 77,7 bilhões em caixa, comparado ao total de R$ 44,2 bilhões apurado no mesmo período do ano passado.
O índice de Dívida Líquida/ EBITDA ajustado (últimos 12 meses) ficou em 5,03 vezes, ante 5,31 vezes no 4T15. Por sua vez, a alavancagem (Endividamento Líquido / (Endividamento Líquido + Patrimônio Líquido)) atingiu 58%, contra 60% no quarto trimestre de 2015. As disponibilidades ajustadas totalizaram R$ 80,5 bilhões, uma redução de 20% em relação ao quarto trimestre de 2015.
O endividamento líquido da Petrobras chegou a R$ 369,5 bilhões no fim de março, o que representa uma queda de 6% em relação ao endividamento no fim de dezembro (R$ 391,9 bilhões). Com isso, a relação entre dívida líquida e Ebitda (chamada de alavancagem) chegou a 5,03 vezes, ante 5,31 vezes no fim de dezembro.
Os investimentos efetuados no primeiro trimestre somaram R$ 15,6 bilhões, o que representa uma queda de 25% em comparação com o quarto trimestre de 2015 e de 13% em relação aos primeiros três meses do ano anterior. Em dólares, os investimentos atingiram US$ 4 bilhões. A redução reflete a adequação da carteira de investimentos, conforme estabelecida no Plano de Negócios e Gestão 2015-2019. O segmento de Exploração e Produção concentrou 88% dos recursos, focando em projetos de aumento da capacidade produtiva de petróleo e gás, especialmente no pré-sal. 

12 de maio, 20h, Avenida Paulista

http://jornalggn.com.br/noticia/12-de-maio-20h-avenida-paulista

Por Mídia Ninja
Por Bruno Torturra

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Revista médica britânica 'The Lancet' prepara edição especial sobre o SUS

http://www.valor.com.br/brasil/4545601/revista-medica-britanica-lancet-prepara-edicao-especial-sobre-o-sus

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Por Eduardo Belo | De São Paulo
A revista científica britânica "The Lancet", uma das mais prestigiadas publicações médicas do mundo, fará uma edição especial sobre o Sistema Único de Saúde (SUS). O programa será analisado por sua abrangência. A maior curiosidade em torno do SUS é a universalização do serviço e seu relativo grau de eficiência em um país de grandes dimensões. O SUS já foi objeto de uma série de seis artigos na publicação em 2011.
De acordo com especialistas do Ministério da Saúde, a edição especial encontra-se em produção, será publicada nas próximas semanas, mas ainda não tem data definida.
De acordo com a Agência Saúde - serviço de divulgação de informações do Ministério da Saúde -, a edição especial da "The Lancet" vai abordar quais são os desafios do Sistema Único de Saúde, como aprimorar o funcionamento do modelo.
A publicação ocorre em um momento em que o modelo de saúde pública adotado no Brasil desperta interesse da comunidade científica internacional. Em iniciativa ligada à edição especial da revista, o SUS será objeto de pesquisa na Universidade de Harvard e de estudos em parceria da instituição de ensino americana com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). De acordo com o Ministério da Saúde, os trabalhos terão a participação de cientistas brasileiros.
As pesquisas devem abordar, entre outros, temas como campanhas de vacinação em massa, impacto da violência nas emergências, tratamento para aids e avanço de doenças crônicas.
O programa brasileiro esteve em discussão durante todo o mês de abril nos Estados Unidos, quando, pela primeira vez, foi assunto da "Brazil Conference at Harvard and MIT". A "conference" é um colóquio anual organizado por estudantes e professores brasileiros das duas universidades americanas e, normalmente, trata de aspectos econômicos e políticos.
Inspirado no britânico National Health Service, o SUS é considerado um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo em universalização e número de pessoas atendidas. Foi instituído pela Constituição de 1988.
Publicada semanalmente pela editora Elsevier, "The Lancet" foi fundada em 1823.

Gilmar Mendes vai relatar pedido de inquérito contra Aécio Neves no STF

Pura coincidência o processo do tucano cair no colo do Gilmar Mendes.
http://m.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1770120-gilmar-mendes-vai-relatar-pedido-de-inquerito-contra-aecio-neves-no-stf.shtml?mobile


MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

11/05/2016 12h53

Bruno Lisita/Folhapress
O senador Aécio Neves (e) e o ministro do STF, Gilmar Mendes, durante seminário sobre a Constituição brasileira em Lisboa, Portugal
O senador Aécio Neves (e) e o ministro do STF, Gilmar Mendes, durante seminário sobre a Constituição brasileira em Lisboa, Portugal
O pedido de abertura de inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) para apurar a suspeita de que o presidente do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), recebeu propina de Furnas será analisado pelo ministro Gilmar Mendes.
A solicitação para investigar o suposto envolvimento do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em irregularidades ligadas a Furnas foi encaminhada ao ministro Dias Toffoli.
As apurações contra os dois políticos foram solicitadas pela Procuradoria-Geral da República nos desdobramentos da Lava Jato, a partir da delação premiada do senador cassado Delcídio do Amaral (ex-PT-MS).
Segundo a Procuradoria, o pedido de inquérito teve como base a delação premiada do senador, mas também contou com informações prestadas pelo doleiro Alberto Youssef, um dos primeiros delatores da Lava Jato.
Youssef afirmou que ouviu dizer que Aécio recebia valores mensais, por intermédio de sua irmã, da empresa Bauruense, contratada por Furnas.
"Da análise dos autos, é possível constatar que os fatos descritos neste procedimento não têm relação de pertinência imediata com as demais investigações sob a minha relatoria, notadamente com as relacionadas às fraudes no âmbito da Petrobras, o que evidencia, em princípio, a inexistência de conexão necessária, a significar que não se fazem presentes os requisitos para distribuição por prevenção", escreveu Zavascki.
Relator da Lava Jato, o ministro Teorio Zavascki entendeu que não há relação direta dos fatos com o esquema de corrupção da Petrobras e pediu que os casos fossem enviados a outros ministros.
Gilmar e Toffoli terão que autorizar a abertura dos inquéritos para que os políticos passem a ser investigados no STF.
Na solicitação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que uma operação da Polícia Federal no Rio encontrou documentos de doleiros que confirmam a existência de uma conta no exterior ligada a uma fundação em nome da mãe de Aécio, Inês Maria Neves Faria.
Esse fato havia sido citado na delação de Delcídio. "Referidas informações constituem um conjunto harmônico e apontam para a verossimilhança dos fatos descritos", apontou Janot.
O procurador também pediu um segundo inquérito contra Aécio e o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) por suspeita de envolvimento na maquiagem de dados do Banco Rural para esconder o mensalão mineiro, na época em que Aécio era governador de Minas Gerais.
Em relação a Cunha, Janot afirmou que o deputado é um dos líderes de uma das células que integra uma grande organização criminosa que teria atuado em Furnas.
"Pode-se afirmar que a investigação cuja instauração ora se requer tem como objetivo preponderante obter provas relacionadas a uma das células que integra uma grande organização criminosa -especificamente no que toca a possíveis ilícitos praticados no âmbito da empresa Furnas. Essa célula tem como um dos seus líderes o presidente da Câmara dos Deputado Eduardo Cunha", disse.
"Sabemos que essa organização criminosa é complexa e que, tudo indica, operou durante muitos anos e por meio de variados esquemas estabelecidos dentro da Petrobras e da própria Câmara dos Deputados, entre outros órgãos públicos. Embora estes 'esquemas' tenham alguma variação entre si, é certo que eles coexistem e funcionam dentro de um conserto maior", completou.
A suspeita é de crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Em seus depoimentos, Delcídio havia mencionado ligação entre a diretoria de Furnas e Eduardo Cunha, além da relação do deputado com o operador financeiro Lúcio Funaro.
O pedido de abertura de inquérito aponta que Cunha foi o responsável por alterar a legislação do setor energético, em 2007 e 2008, para beneficiar seus interesses e os de Funaro, com a relatoria de medidas provisórias (396/2007 e 450/2008) que favoreceram a empresa Serra da Carioca II, na época em que um indicado de Cunha, Luiz Paulo Conde, ocupava a presidência da subsidiária.
A atuação do peemedebista, segundo a petição, permitiu que Furnas comprasse, em 2008, as ações da Serra da Carioca II, que era sócia da estatal, em um consórcio para construção da Usina Hidrelétrica Serra do Facão, em Goiás.
OUTRO LADO
Em nota, Aécio Neves disse ter "convicção de que as investigações deixarão clara a falsidade das citações feitas".
O tucano afirmou considerar "natural e necessário que as investigações sejam feitas, pois irão demonstrar, como já ocorreu outras vezes, a correção da sua conduta".
"Quando uma delação é homologada no Supremo Tribunal Federal, como ocorreu com a delação do senado Delcídio do Amaral, é natural que seja feita a devida investigação sobre as declarações dadas. Por isso, na época, o senador defendeu publicamente que fossem abertas investigações sobre as citações feitas a seu nome", disse no texto enviado à imprensa.
Cunha nega envolvimento com irregularidades e acusa Janot de ser seletivo.
"O PGR continua despudoradamente seletivo com relação ao Presidente da Câmara. Se o critério fosse, de fato, a citação na delação do senador Delcídio, ele deveria, em primeiro lugar, ter aberto inquérito para investigar a presidente Dilma, citada pelo senador por práticas de obstrução à Justiça", informou Cunha por meio de nota.
A assessoria de Aécio enviou nota à Folha nesta terça (10) afirmando que a fundação em nome da mãe do senador "foi amplamente divulgada em sites do PT e blogs associados a ele, sendo também de conhecimento das autoridades há quase dez anos. A fundação foi declarada no Imposto de Renda da sua titular e a denúncia já foi inclusive arquivada por decisão judicial. No ano passado, também foi arquivada pela própria PGR diante da inexistência de irregularidade".
Em relação ao outro pedido de abertura de inquérito sobre Aécio que trata sobre a suposta maquiagem de dados do Banco Rural, a assessoria sustenta que "a reunião mencionada por Delcídio, em Belo Horizonte, em que o assunto teria sido tratado, ocorreu em 7 de junho de 2006. Ou seja, dois meses depois de encerrados os trabalhos da CPMI dos Correios, que tratou do mensalão do PT, o que demonstra a impossibilidade de que esse assunto possa ter sido tratado".