sábado, 25 de julho de 2009

Pré-sal

CESAR BENJAMIN
Folha de São Paulo - 25/07/2009
A hora do planejamento

Economistas que não sabem a diferença entre campos de petróleo e plantação de chuchu deveriam parar de tagarelar

A DESCOBERTA dos campos do pré-sal abre uma oportunidade única para o Brasil. Não podemos errar, como vários países já o fizeram em situações semelhantes.

É compreensível que o governo prepare internamente a sua proposta. Porém, uma vez formulada, ela deve submeter-se a um debate público exaustivo. A simples tramitação de um projeto de lei ou uma medida provisória no Congresso não será suficiente para conferir legitimidade a decisões que terão tamanha influência sobre o nosso futuro. O ano de 2010 se aproxima. O financiamento de campanhas eleitorais, como se sabe, é decisivo na formação das convicções de grande número de parlamentares.

A duração desse debate deve subordinar-se ao tempo que a sociedade brasileira necessita para definir com clareza o seu próprio caminho, de forma democrática e tecnicamente consistente, ouvindo todos os atores legítimos, sem pressões espúrias, seja de empresas, seja de grandes consumidores do exterior.

A nova província petrolífera, de impacto mundial, pode ser uma área conflitiva no futuro, pois se estende até regiões onde a soberania brasileira não é reconhecida por alguns países, entre os quais os Estados Unidos, que acabam de reativar a sua Frota do Atlântico Sul. A visita anunciada dos ministros Edison Lobão e Dilma Rousseff a esse país, para tratar principalmente do modelo para o pré-sal, é extemporânea.

Não devemos nos submeter à pressa deles. Nem sequer mapeamos a distribuição de petróleo e gás na extensa área abrangida. Ainda não sabemos se é um campo mais ou menos contínuo ou se são blocos estanques, o que tem óbvias consequências sobre a estratégia adequada.

Contamos com uma empresa brasileira capacitada a desenvolver esses campos, mas, estranhamente, ela vem sendo apresentada como problema, não como solução. O ministro Lobão confunde a opinião pública quando defende a criação de uma nova empresa, que seria 100% estatal, alegando que 60% das ações da Petrobras estão nas mãos de particulares.

Feitas as contas corretamente, o que a Petrobras paga aos acionistas privados gira em torno de 8% do seu lucro (antes do pagamento de tributos e da retirada das reservas), um percentual razoável. A nova estatal, sem capacidade operacional, servirá tão-somente para organizar leilões e gerenciar contratos.

O Brasil não pode delegar a empresas privadas a decisão de exportar suas reservas de petróleo, em ritmo acelerado demais, tal como a lei atual lhes assegura. Nesse caso, estaremos trocando um recurso não renovável, estratégico e que tende a se valorizar, por dólares que tendem a se desvalorizar e cuja entrada pode ter implicações negativas para o conjunto da economia nacional.

Ao contrário disso, precisamos aproveitar os efeitos multiplicadores da nova produção, seja pela construção de sinergias com os mais diversos setores da nossa economia, seja pelo melhor uso da renda que será gerada, considerando a sociedade como um todo, inclusive as gerações futuras.

Questões complexas, que exigem sério esforço de planejamento. Ávidos por parasitar 50 anos de esforço da Petrobras, testas de ferro e aventureiros têm pressa na definição do marco regulatório. Alguns já trabalham em modelos de financeirização do pré-sal. Para eles, quanto menos debates, melhor.

Deveriam ser convidados a se retirar. E economistas que não sabem a diferença entre campos de petróleo e plantações de chuchu -uns e outros, para eles, devem ser tratados por meio dos mesmos modelos matemáticos abstratos e entregues a decisões atomizadas- deveriam parar de tagarelar. Já fizeram muito mal ao Brasil.

CESAR BENJAMIN, 53, editor da Editora Contraponto e doutor honoris causa da Universidade Bicentenária de Aragua (Venezuela), é autor de “Bom Combate” (Contraponto, 2006). Escreve aos sábados, a cada 15 dias, nesta coluna.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Serra veta PL para estimular o reúso de água

O governador José Serra vetou projeto de lei 227/06 que determinava a adoção de medidas para estimular o reuso de água no Estado de São Paulo. A proposta obrigava os prédios públicos estaduais a se adequaram num prazo de dez anos às novas exigências, como coletar a água da chuva e adotar torneiras e vasos sanitários mais econômicos. O projeto também determinava a criação de incentivos para que a iniciativa privada fizesse o mesmo. O projeto foi aprovado na Assembléia Legislativa em 9 de abril deste ano.

"É uma vergonha imaginar que o governante do Estado mais rico do País, e que consome mais água, tenha deixado essa oportunidade passar diante de si", diz o deputado estadual Sebastião Almeida, autor do projeto. Segundo ele, o governador Serra mais uma vez colocou a questão política acima dos interesses da população. "Agora vamos lutar para derrubar este veto na Assembléia Legislativa".

http://www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=2&id_noticia=26515
http://www.sambiental.com.br/SA/default.asp?COD=3257&busca=&numero=355

terça-feira, 7 de julho de 2009

Tamanho do Estado em discussão

Raymundo Costa
Valor Econômico 07/07/2009

Como acredita que a sucessão de 2010 será "plebiscitária", o Palácio do Planalto desde já cava as trincheiras a fim de enfrentar um debate que supõe vir a ser o divisor de águas da próxima eleição: o tamanho do Estado brasileiro

Nos discursos e artigos comemorativos do 15º aniversário do Plano Real o governo foi elogiado por apostar na estabilização, mas em geral criticado por um "inchaço" da máquina pública. Uma tese como a qual, definitivamente, está em desacordo.

Na ótica do governo, Estado máximo ou Estado mínimo trata-se de algo que a população não compreende muito bem, mas que intui exatamente onde leva- mais Estado significa mais pessoas atendidas pelos serviços público. E é com base nesse axioma que o eleitor vai decidir em 2010.

O governo também se prepara para explicar o que estaria provocando o aumento do tamanho do Estado.

Segundo levantamento que ainda mantém em sigilo, esse "inchaço" ocorreu basicamente com a contratação de professores e de agentes da área de fiscalização - Polícia Federal, Advocacia Geral da União, Controladoria Geral da União e Receita Federal. Ou seja, Educação, segurança e combate à corrupção.

O argumento do governo é que não existe o Estado gastador propalado pela oposição. Existe um Estado que gasta com critério. Proporcionalmente, o Brasil perde feio para alguns países como a França (38,5 funcionários por grupo de mil habitantes), e é menor até com aqueles mais parecidos conosco, como o México (8,5 por grupo de mil habitantes).

Em 2000, sexto ano do governo tucano, a proporção brasileira era de 5,5 por grupo de mil; em 2006, já no mandato do presidente Lula, esse número era menor, de 5,3 - mas segundo o levantamento os números de 2000 já foram ultrapassados - o governo espera a hora política que julgar mais adequada para divulgar seus números.

Já os argumentos políticos estão na ponta da língua de qualquer petista: o Estado brasileiro, ao longo da gestão tucana, foi desmontado na sua capacidade de planejamento, fiscalização e na sua capacidade de gestão. Há quem reconheça, entre os petistas, que em algum momento do passado recente isso possa ter sido necessário. Mas quando surgiu a oportunidade de recompor (crescimento) e de melhorar as condições, o mais correto era aproveitar a ocasião em vez de perder tempo em briga com reitor ou professor de universidade.

Por último, mas não menos importante entre os argumentos listados no governo e no PT, está o de que essa foi a política que permitiu mais desenvolvimento e maior distribuição de renda, que teria funcionado não só como motor da economia, mas também ajudado o país nas horas mais difíceis dos meses de incertezas desencadeadas com a crise financeira mundial.

Resumo da ópera, literalmente, nas palavras de um petista: o plebiscito será entre quem defende um Estado maior para atender maior parcela da população, contra quem prega o Estado menor e deixar para a iniciativa privada a distribuição de renda.

Este é o cenário ideal petista, mas não necessariamente aquele que é real. Ideologicamente, os pré-candidatos tucanos parecem ter uma compreensão mais complexa da questão social do que Estado máximo e Estado mínimo. Até mesmo no que se refere à estabilidade há diferenças - e até mudanças - entre eles e também sobre o que diziam em 2002.

Além disso, para que se cumpra esse roteiro, é necessário que pelo menos um dos candidatos do pelotão intermediário das pesquisas desista de disputar. Ele seria Ciro Gomes (PSB-CE).

No raciocínio governista, a candidatura Ciro tende a se esvaziar porque não há espaço para o discurso 'o governo é meio bom'. Inclusive o discurso do PSDB será difícil de ser construído, porque os tucanos terão que dizer que o governo é ruim. Algo difícil, se o presidente é aprovado por cerca de 80% da população. E se for para dizer que o governo é ' meio bom' , talvez seja melhor pedir o boné: a candidata de Lula já sairia com 50% de vantagem.

A aprovação do presidente pode levar a eleição à uma disputa plebiscitária, como preveem governistas e petistas. Se a base do governo racha - e base de governo racha quando o presidente é fraco, o que não é o caso, como se viu no episódio José Sarney - a eleição pode ser multifacetada, com as diversas forças se recompondo em diferentes alternativas.

Raymundo Costa é repórter especial de Política, em Brasília. Escreve às terças-feiras




http://www.valoronline.com.br/ValorImpresso/MateriaImpresso.aspx?codmateria=5660851&dtmateria=2009-7-7&codcategoria=99

segunda-feira, 29 de junho de 2009

O "spread" bancário passado a limpo

21/06/2009 - 07:13 - Luís Nassif, colunista do Último Segundo

Passou despercebido até agora, mas trata-se do mais importante trabalho até hoje feito sobre um dos maiores escândalos da política monetária: a subestimação dos “spreads” bancários pelo Banco Central, um processo histórico agravado pelas mudanças na metodologia de cálculo efetuadas em 2004, já na gestão Henrique Meirelles.

Trata-se do Relatório Preliminar da Comissão de Acompanhamento da Crise Financeira e da Empregabilidade (CACFE) do Senado, presidida por Francisco Dornelles, tendo como relator Tasso Jereissatti.

Na abertura, alerta-se que o trabalho expressa a opinião dos técnicos que participaram de sua elaboração - Marcos Köhler, Paulo Springer de Freitas, Samuel Pessoa e José Roberto Afonso, com a assessoria de Mansueto Almeida e Ana Paula Higa.

***

O trabalho é amplo. Avalia o “spread” e outros aspectos da política monetária, como as inconsistências do atual regime de metas inflacionárias. Mas é um divisor de águas ao tratar do “spread”, consolidando diversos trabalhos sobre o tema.

***

Como se sabe “spread” é a diferença entre o custo de captação e de aplicação dos bancos.

O BC nunca se preocupou em criar séries históricas sobre o “spread”. Limitou-se a divulgar sua metodologia e trabalhos periódicos.

Nessa metodologia, entram os seguintes fatores na composição do “spread”:

Custo administrativo: capital físico, trabalho, recursos operacionais e depósitos.;

Inadimplência: equivale a 20% das provisões para devedores duvidosos, calculadas de acordo com as regras de provisionamento estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional.;

Custo do compulsório: corresponde ao custo de oportunidade que os bancos incorrem em deixar parte dos depósitos à vista e a prazo depositados no BC, com rendimento inferior ao que obteriam caso pudessem emprestar os recursos.

O trabalho questiona esse conceito, já que “a idéia de custo de oportunidade está associada a aplicações alternativas do capital, o que não se verifica nesse caso”;

Tributos e taxas: incluem tantos impostos indiretos como o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;

Resíduo: corresponde à diferença entre o spread total e a soma dos quatro componentes anteriores. Pode ser utilizado como indicador da margem auferida pelo banco.

***

O trabalho levanta estudos existentes que comprovam:

O BC estima que os tributos representem de 5 a 6 pontos do spread. O trabalho menciona estudos que apontam que a eliminação dos tributos não impactaria em mais que 0,5 ponto o spread. Os bancos se apropriariam da diferença.

Redução de de 10 pontos percentuais no compulsório reduziria de 0 a 1,3 ponto o spread.

O trabalho levantou que a metodologia de 2004 praticou a subestimação sistemática dos custos administrativos. Excluiu dos cálculos os depósitos à vista (que não custam nada aos bancos) e escondeu operações extremamente rentáveis, como tarifas bancárias e administração de fundos.

Além disso, o BC tirou do cálculo os ganhos dos bancos com a aplicação livre dos recursos direcionados (eles podem aplicar livremente parte dos depósitos de poupança).

O trabalho completo pode ser baixado aqui:
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/06/090616-cacfe-anexo.pdf
Vladimir M Coutinho
www.vlad.blog.br

sábado, 13 de junho de 2009

No programa do PSDB mentira do começo ao fim

O Eterno Futuro Presidente diz que são conquistas do PSDB:

1) Os genéricos, criados pelo Ministro da Saúde, Jamil Haddad, do Governo Itamar Franco;

2) O Plano Real é do Governo Itamar Franco, plano que José Serra criticou;

3) O seguro desemprego é do Governo Sarney.

. Zé Pedágio também tentou se apropriar do programa de tratamento da AIDs, mas o Azenha não deixou …

. Daqui a pouco, Zé Pedágio vai dizer que inventou a penicilina.

. Da mesma forma que diz que é economista sem ser.

Do blog do PHA

sexta-feira, 12 de junho de 2009

2010: Serra para ditador





A PM tinha ordem para prender os líderes do movimento, mesmo sem ordem judicial. O Serra já se esqueceu que foi do movimento estudantil e foi para o exílio por causa da ditadura. Agora ele quer dar o troco. Quer ser o novo ditador.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Petrobras X Mídia Golpista III

O pessoal está defendendo a Petrobras nos comentários enviados nos sites dos grandes jornais. Tem um ou outro cretino que fala merda, mas a maioria está descendo o pau nessa mídia entreguista, comprada e demo-psdebista (é junto ou separado?).

Deixe também seu comentário, envie carta, mostre a esses cretinos que na era da internet eles não são mais donos da opinião.


Vejam por exemplo os comentários sobre a matéria abaixo no site de O Blobo. O Blobo acha que seus leitores são o Homer Simpson, como disse o William Boner uma vez na discussão da pauta do jornal nacional. Ele esqueceu que tinha na sala estudantes de jornalismo da UNB.

PS: no começo tentei grifar as mensagens favoráveis, mas são tantas que desisti.

Petrobras recua sobre vazamento em blog de informações obtidas por jornalistas

  1. Vladimir Martins Coutinho
    11/06/2009 - 01h 16m

    Os donos da mídia ainda acham que são donos da opinião pública? A era da internet já chegou faz tempo.

    Acho que a Petrobras não precisava ceder nessa. Se a imprensa tem medo de outro veículo "roubar" sua matéria é porque sabe que a imprensa não joga limpo.

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  2. Vladimir Martins Coutinho
    11/06/2009 - 01h 15m

    Quais são interesses da imprensa por trás das matérias claramente mentirosas contra a Petrobras?
    É simplesmente politicagem, atacam a Petrobras para atacar o governo Lula? Ou estão trabalhando pelos interesses de empresas estrangeiras de olho no óleo do pré-sal?

    Os donos da mídia ainda acham que são donos da opinião pública? A era da internet já chegou faz tempo.

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  3. RPalmyra
    11/06/2009 - 00h 26m

    Não é possível que a Petrobras - com um gigantesco

    departamento contábil/ fiscal - não tenha percebido o erro

    crasso de gestão, ou corrupção, onde R$4.3 bilhões (mais de dois

    bilhões de dólares) foram sonegados. Agora, para se proteger

    dos fatos apontados pela imprensa a cúpula petista na Petrobras

    tenta criar um departamento de cronta-informação, através de

    blog, para confundir a população.

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  4. Jihofre - email
    11/06/2009 - 00h 19m

    brasildefato,
    estou de pleno acordo. Parabéns!

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  5. Jihofre - email
    11/06/2009 - 00h 14m

    No Brasil, a imprensa não informa, ela deforma a opinião conforme seus próprios anseios. Não se pode falar em democracia num país onde os meios de comunicação agem movidos por interesses inconfessáveis.
    Nesse sentido, pode-se afirmar que, com a construção de seu blog, a Petrobrás deu um grande passo para a construção de um país melhor. Agindo assim, a estatal amenizará a manipulação de dados por parte dos jornalistas.
    A reação da ANJ expõe as vísceras podres da imprensa. Pena! Pena mesmo!

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  6. brasildefato
    11/06/2009 - 00h 06m

    O blog da petrobrás é um
    sucesso absoluto,pois servirá
    para desmascarar jornalistas
    que se prestam a desinformar
    o leitor.

    veja que a grande maioria aqui está criticando a imprensa,
    principalmente este jornal.
    isso é uma vergonha!!!

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  7. brasildefato
    11/06/2009 - 00h 01m

    Que vergonha para o Globo
    até o titulo da matéria é
    enganoso,se voces estão com
    medo de um blog é sinal que tem
    muita sujeira nas redações.

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  8. Giovanni Nascimento de Oliveira
    10/06/2009 - 23h 37m

    É por conta de pérolas como essas: "petrobrás recuou" e "petrobrás vazou informação" que o blog fatos e dados tem tido excelente, repito excelente aceitação por parte da população!

    Ou a "grande" imprensa volta a fazer jornalismo, ou ficará sozinha gritando no vácuo.

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  9. brasildefato
    10/06/2009 - 23h 35m

    Atenção midia tucana,o blog já
    é um sucesso,não importa se
    as perguntas e respostas serão
    colocadas antes ou depois,o que
    realmente interessa e que essa
    imprensa vai pensar duas vezes
    antes de inventar matérias para os tucanos jogar no ventilador e favoreçer o vampiro Zé pedágio.As pessoas
    agora terão como verificar se
    o que os jornais publicaram tem
    alguma verdade ou é noticia
    plantada. importante e que a
    imprensa sentiu o golpe no fígado,isso é muito bom.

    o petróleo é nosso!!!

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  10. RaçaAmorPaixão
    10/06/2009 - 23h 14m

    Esse Blog é um grande avanço para empresa e para democratização da informação.
    Quem tem medo de Virgínia Woolf?

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  11. NELITÃO
    10/06/2009 - 23h 09m

    ESTÃO QUERENDO PRIVATIZAR A PETROBRAS!

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  12. André Wandemberg
    10/06/2009 - 22h 57m

    sabendo de como a impremsa fuciona no Brasil, a Petrobras brilhou ao montar este blog, que no mínimo desestimula qualquer intenção de arranjo da imprensa oligárquica tupiniquiml.

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  13. FERNANDO_GRIL
    10/06/2009 - 22h 54m

    eu sei o real motivo do Globo publicar meias verdades da Peroba. É que a Peroba não está usando os serviços do Jornal, assim as reportagens saem pela metade. Parece justo, vcs não concordam ?

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  14. Justino Henrique de Oliveira Freitas
    10/06/2009 - 22h 53m

    Hoje, posso dizer sem medo de errar, que estamos mais perto da democracia.

    A internet é uma arma fabulosa, que impede o controle da informação por parte de poucos.

    Antes, os meios de comunicação determinavam o "modus vivendi" da sociedade. Hoje, a WEB relativizou esse poder.

    À imprensa cabe agora o "jus sperniandi", ou seja, o “direito de espernear”, mas só isso.

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  15. Williamalima
    10/06/2009 - 22h 00m

    Agora os teleguiados da GLOBO/PSDB/DEM podem ter outra fonte de informação sobre a Petrobras.

    Sugiro que leiam antes de postar besteiras.

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  16. Justino Henrique de Oliveira Freitas
    10/06/2009 - 21h 58m

    A internet vem diminuindo o poder dos Barões da Imprensa e isso, meus caros, assusta.

    A reação da ANJ, que nada mais é do que a voz dos donos dos meios de comunicação, exala o medo da perda do controle da informação. E controle da informação é PODER.

    A WEB democratizou os espaços. Hoje, todas as correntes de pensamento podem ser ouvidas. Esse fato é irreversível.

    Parabéns à Petrobrás, que tão brilhantemente utilizou a internet.

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  17. Egomet
    10/06/2009 - 21h 55m

    A BR nao "vazou" nada; ela "informou" o dito, para evitar manipulacao. E nao "cedeu" coisa alguma; ela "melhorou" o metodo de controle - so publica no dia, pra que todos saibam o que foi informado na hora, pra conhecer a verdade. Nao existe "confidencialidade" alguma para quem responde, nao ha interesse nenhum em manter sigilo de nada - diferentemente da imprensa. O Presidente da BR nao "havia defendido" a ideia; ele a "defende" e a usara sempre. E tentar jogar a BR contra o Congresso e ridiculo

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  18. Anakris
    10/06/2009 - 21h 42m

    Eu acho muito mais grave os jornais publicarem meias verdades sobre a Petrobras, mesmo sabendo que qualquer notícia estranha causa oscilações no mercado e na bolsa de valores e, por isso mesmo, atingindo de uma forma ou de outra o cidadão brasileiro.
    Os jornais podem dar o "furo", a notícia em primeira mão, mas o sujeito da notícia não?
    Muito bem PETROBRAS! O Blog tá ótimo! As notícias são bem mais consistentes do que as que a gente vê nos jornais.

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  19. Marcos Rodrigues Junqueira
    10/06/2009 - 21h 33m

    Vexame O jornal OGLOBO não divulgar as entidades importantes, como OAB e ABI que defenderam a iniciativa da Petrobras!!!!

    Isso é Jornalismo?????????

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  20. René Edwin Souza
    10/06/2009 - 21h 29m

    Não houve nenhum recuo da Petrobras, houve uma pequena modificação que, certamente será modificada brevemente, vide a insinuação de "recuo" feita pelo jornal.
    A informação do blog é ótima, atende a todos, principalmente para que possamos fazer um melhor juizo das coisas, os jornalistas e os jornais não precisam pensar por nós

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  21. roberto_rio
    10/06/2009 - 21h 27m

    Complementando: que tiro no pé essa onda do Globo sobre o blog da Petrobras, hein???? O Globo se julgando "dono" de informações da Petrobras... Que piada...Esse episódio sinaliza mais uma estrondosa derrota da imprensa marrom que infelizmente ainda assola o Brasil, que se julga capaz de "fazer a cabeça" dos brasileiros manipulando informações. A "grande imprensa" mostrou sua verdadeira cara, de nanica, mesquinha, com essa atitude. Chega de colunistas manipuladores, dá-lhe blog da Petrobrás!!!

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  22. roberto_rio
    10/06/2009 - 21h 18m

    Esse chororô da imprensa é um tremendo corporativismo. Ora, se alguem responde a um e-mail, tem o direito de divulga-lo para quem bem entender. É o mesmo que alguém dar uma entrevista e contar sobre o que falou. Esse pseudo-escandalo (mais um) revela somente a vontade majoritaria da imprensa brasileira em gerar escandalos e manipular noticias, em vez de informar adequadamente. O procedimento da Petrobras é corretissimo. Errada está a imprensa que se esconde em "fontes" sem credibilidade.

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  23. Cuxá-do-Gama
    10/06/2009 - 21h 15m

    "Petrobrás recua sobre blog polêmico". Pô vcs estão gozando da cara do leitor.
    Que manchete absurda é essa?

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  24. Joao Jose da Silva Xavier
    10/06/2009 - 21h 11m

    E', meu caro Barcotal, so' que ela recuou mesmo. Por falar em recuo, o que voce achou do recuo do valor das acoes depois que a BR abaixou o preco do diesel por motivos politicos? Os acionistas nao gostaram ... Ja' o fato de ter ou nao CPI nao alterou em nada a cotacao, ao contrario do que o Gabrielli e o Lulla afirmaram.

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  25. Gabriel Santana Nogueira
    10/06/2009 - 21h 07m

    É, O GLOBO... dessa vez o tiro saiu pela culatra!

    Tenho pena dos jornalistas que são obrigados a assinar essas "pérolas" em troca de um salário...

    Viva a democracia!
    Viva a liberdade de expressão!
    Viva a internet!
    Abaixo a censura!

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  26. ATMIG
    10/06/2009 - 21h 05m

    ....petrobrás recua....
    ....vazou informações pedidas por jornalistas.....
    Isso é democracia. O público tem que saber o que está acontecendo.
    ________________________-
    A OAB e ABI apóiam a iniciativa da Petrobrás como direito de defesa.
    Já instituições (que nunca ouvimos falar) ANJ, Fenaj, Abraji), repudiam a iniciativa da empresa. Ainda citam Michel Temer, como se ele fosse sinônimo de idoneide.
    PENSAM QUE TODOS NÓS SOMOS IRRACIONAIS, QUE NÃO TEMOS PERCEPÇÃO.

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  27. Barcotal
    10/06/2009 - 21h 00m

    A PETROBRAS tirou o mamadeira da boca da "grande imprensa", e ela ficou esperneando e chorando, querendo mamar mais.
    Aí a PETROBRAS deu a mamadeira de volta (só um bocadinho), mas disse assim: "se começar com malcriação eu tomo de novo, viu?!"
    Aí a "grande imprensa" disse: "Da da da gu gu.. ela recuoooou!!"
    Acho que a BR vai ter que tomar a mamadeira de novo!
    Vamos aguardar!

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  28. Gatuso
    10/06/2009 - 20h 54m

    Acho que todas as entidades deveriam seuir o exemplo da Petrobras. Informação direta não pode ser manipulada, por isso os jornalistas estão com raiva.
    O mundo mudou, hoje temos a internet. Para que precisamos de intermediadores ?

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  29. SERGIO DA SILVA RODRIGUES
    10/06/2009 - 20h 46m

    Que vexame hein Globo! Nem mencionou os órgãos e autoridades que defenderam a publicação das perguntas dos jornalistas.
    E que "exclusividade" é esta de reportagem inédita? Ora, a impensa não é LIVRE? Como pode exclusividade ser aliada da liberdade? A grande mídia deu um tiro no próprio pé.

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  30. São Dogbert
    10/06/2009 - 20h 43m

    Os jornais ainda tratam o público como se fossem um bando de retardados que não percebem nada.