sábado, 9 de novembro de 2013

Indústria naval vai gerar mais empregos nos próximos anos, afirma Dilma

Adaptado da Sul21
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (8), em Rio Grande (RS), durante cerimônia de conclusão da plataforma P-58, que a demanda por plataformas será enorme nos próximos anos e que a indústria naval brasileira precisa se preparar para atender os novos contratos de produção de equipamentos.

Só para o campo de Libras, segundo a presidente, serão de 12 a 16 novas plataformas.

Dilma Rousseff lembrou da luta para reerguer a indústria naval e afirmou que se hoje o Brasil tem uma das menores taxas de desemprego no mundo, com situação de quase pleno emprego, é porque várias indústrias foram retomadas, inclusive a indústria naval.

http://www.sul21.com.br/jornal/cidades-2/industria-naval-tera-forte-demanda-e-vai-gerar-mais-empregos-nos-proximos-anos-afirma-dilma/

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Projeto por mais transparência em doações é rejeitado

Do Estadão (raro ver manchete negativa contra os tucanos; deve ser para favorecer o Zé Serra)

Com voto decisivo de Aécio, comissão barra obrigação de divulgar com maior frequência lista de quem dá verba para as campanhas.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,projeto-por-mais-transparencia-em-doacoes-e-rejeitado,1093943,0.htm

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Governo vai barrar compra de software que impeça auditoria

A partir do ano que vem, o governo não comprará mais computadores ou softwares que não permitam auditoria pelo próprio poder público. A nova norma deve ser publicada hoje no "Diário Oficial da União".
Com isso, sistemas operacionais como Windows, da Microsoft, e Mac OS, da Apple, deixarão de ser usados caso as empresas dificultem investigação sobre espionagem por meio dos sistemas.
Atualmente, ao instalar um software, os usuários precisam aceitar um termo da fabricante permitindo que sua máquina seja eventualmente acessada pelo proprietário do sistema.
O governo brasileiro quer ter o direito de monitorar qualquer tipo de visualização externa do conteúdo. A preocupação é tentar identificar e rastrear tentativas de espionagem.
Segundo a Folha apurou, a intenção não é promover uma troca massiva de aparelhos e programas, mas impedir que eles continuem sendo comprados sem o atendimento às novas exigências.
Dessa forma, haverá uma substituição gradual de programas tradicionais por softwares livres, como o Linux, caso não haja negociação com as grandes empresas.
A preocupação com espionagem ganhou força no governo desde que surgiram as denúncias sobre o acesso do serviço de inteligência americano a arquivos de autoridades e empresas nacionais.
ECONOMIA
O governo considera que, além de aumentar a segurança, a medida trará economia. O uso de softwares livres encerra a obrigação de pagar as licenças dos programas.

10 empresas que controlam (quase) tudo que você consome

Do InfoMoney

Um gráfico chamado "The illusion of choice" mostra que muitas das marcas mais consumidas no mundo são controladas pelas mesmas empresas. 

Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/3039677/empresas-que-controlam-quase-tudo-que-voce-consome

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Da série acredite se puder: Preocupação com contas públicas faz dólar fechar em alta de quase 2%

Acredite se puder: a imprensa atribuí a alta do dólar as contas públicas brasileiras. Como se o capital estrangeiro estivesse punindo o governo do PT. Esse filme eu já vi. Na verdade a mudança de ânimo dos especuladores tem mais a ver com as novas apostas no cassino mundial e não com o Brasil. Em outras palavras o especulador está de olho no movimento do BC dos EUA e da União Européia.



Preocupação com contas públicas faz dólar fechar em alta de quase 2%

Por Silvia Rosa | Valor
SÃO PAULO  -  O pessimismo dos investidores com a condição macroeconômica do Brasil e a preocupação com um possível rebaixamento da nota de crédito soberana do país voltaram a pesar sobre os mercados, levando o real a liderar as perdas frente ao dólar hoje. A moeda americana encerrou em alta de 1,96% a R$ 2,2890, maior cotação desde 6 de setembro e maior variação desde 21 de agosto, quando foi registrada a máxima do dólar no ano, de R$ 2,4510. O contrato futuro de dólar com vencimento em dezembro avançava 1,83%  para R$ 2,302.
Depois de um resultado fiscal fraco na semana passada, as declarações de representantes do governo hoje publicadas nos jornais não foram suficientes para acalmar os investidores. Para os analistas, o governo não tem mostrado ações efetivas para melhorar as contas públicas, buscando garantir a meta do superávit fiscal,  o que se torna mais preocupante em um cenário de aumento da taxa Selic pressionando a elevação da dívida pública.
Para um tesoureiro de um banco nacional, a declaração da ministra da Casa Civil , Gleisi Hoffmann, ao jornal “Folha de S. Paulo” hoje de que vê com simpatia o sistema de banda para o superávit primário ajudou a reforçar essa visão. O Barclays já trabalha com um cenário de rebaixamento em um degrau da nota de crédito do Brasil no ano que vem, mas vê a aprovação da mudança do indexador da dívida de Estados e municípios, que ainda será votada no Senado, como um risco de perda do grau de investimento do país, o que poderia trazer impacto negativo para os mercados, havendo uma fuga maior de capitais. “Parte desse risco já está refletida no mercado como mostra a deterioração do risco de crédito do Brasil em relação a outros países latino-americanos”, afirma Marcelo Salomon, economista do Barclays para a América Latina.
O projeto que define novos indexadores para a correção da dívida de Estados e municípios foi aprovado pela Câmara Federal no dia 23 de outubro e será votado agora no Senado. Pelo texto, as dívidas dos Estados e municípios serão corrigidas pela taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 9,5% ao ano, ou pelo IPCA mais 4% ao ano, o que for menor.
Hoje o movimento de alta do dólar lá fora, após dados positivos do setor de serviço nos Estados Unidos, contribuiu para acentuar a valorização da moeda americana em relação ao real, que chegou a bater R$ 2,2950 na máxima do dia. A disparada do dólar levou um movimento de zeragem de perdas (stop loss), uma vez que muito investidores mantinham operações estruturadas que tinham como barreiras de alta um dólar entre R$ 2,25 e R$ 2,27. “À medida que o dólar ultrapassou essas barreiras, provocou um movimento de zeragem de posições”, afirma um tesoureiro de um banco nacional. Para ele, há espaço para o dólar buscar um patamar acima de R$ 2,30 no curto prazo.
A piora dos fundamentos domésticos tem pesado sobre o real. Desde a semana passada, o dólar acumula alta de 4,57% em relação à moeda brasileira, representando a maior alta considerando um grupo de 13 principais divisas emergentes.
Diante desse cenário, os investidores já começam a discutir a necessidade do BC em estender o programa de intervenção do câmbio, lançado em 22 de agosto, para o ano que vem. Desde maio, o BC já colocou cerca de US$ 64 bilhões por meio da venda de contratos de swap cambial. Se mantiver o programa de intervenção até o fim do ano, o BC fechará o ano com uma posição perto de US$ 100 bilhões em contratos de swap e linha.
(Silvia Rosa | Valor)


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Leia mais em:
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Recordar é viver

Recordar é viver. Franco era diretor do Banco Central no governo FHC. Queriam entregar o BB e a Petrobras ao capital internacional.
francofhc

Aumento do IPTU de SP

A imprensa fala que o IPTU de São Paulo subiu 20%. A verdade não é bem assim. Subiu nos bairros ricos e baixou ou subiu menos nos bairros mais pobres. Para 64% das famílias o IPTU subiu abaixo da inflação, veja a tabela abaixo.