quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Aécio Marinou

No programa eleitoral, o Sr. Aécio Neves está prometendo o fim do fator previdenciário (reduz o valor das aposentadorias). Na entrevista ao Bom Dia Brasil ele diz não é bem assim, ou seja, irá trocar seis por meia dúzia e não mudar nada para os aposentados. Lembrem-se que quem criou esse fator foi o FHC (PSDB).


http://jornalggn.com.br/noticia/aecio-volta-atras-no-fator-previdenciario-e-diz-que-pt-demoniza-privatizacoes

Como recuperar a confiança na economia brasileira

http://jornalggn.com.br/noticia/como-recuperar-a-confianca-na-economia-brasileira

Tanto em 2003 quanto em 2015, as empresas brasileiras têm planos de investimentos na gaveta aguardando o cenário desanuviar. Em 2003 a situação era pior, com desemprego batendo em 12%, o câmbio explodindo e as contas fiscais em pandareco.
Lula tratou de acalmar as expectativas do mercado. Adotou um discurso ortodoxo, clareou as contas públicas e implementou uma série de medidas de destravamento do crédito bancário.
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Para 2015, tem-se um contexto mais favorável. O Brasil possui, hoje em dia, o maior pipeline de projetos do mundo - um montante estimado em R$ 1,2 trilhão, entre concessões, obras de infraestrutura etc. O desemprego está baixo. Há uma expectativa positiva em relação à recuperação da União Europeia e os Estados Unidos.
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A reconquista da confiança não é tarefa complexa. Depende apenas de atos individuais de Dilma Rousseff, caso seja reeleita, para que o setor privado tire da gaveta os planos de investimento.
Passa, inicialmente, pela montagem de uma equipe de primeiro nível no Ministério da Fazenda, especialmente no cargo de Ministro, na Secretaria de Política Econômica (SPE) e na Secretaria do Tesouro.
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Depois, definir estratégias claras para o Tesouro e para o BC.
Para o Tesouro, o desafio de clarear definitivamente as contas públicas.
O Tesouro contabiliza suas contas em regime de caixa; os bancos em regime de competência .
No caso do subsídio agrícola, o Tesouro tem uma dívida de R$ 8 bilhões (corrigida pela Selic) que entra na contabilidade do BB como ativo mas só entrará nas contas do Tesouro quando ele quitar a dívida. Faz o mesmo com os programas gerenciados pela CEF (Caixa Econômica Federal) com o agravante de não corrigir os atrasados.
Os cálculos extraoficiais, somadas isenções e incentivos fiscais, falam em uma conta total entre R$ 50 a R$ 150 bilhões.
Bastará o Tesouro emitir um título no valor dessas contas, explicitar o passivo e parar de espertezas para o cenário clarear.
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O segundo desafio é o BC.
Um dos erros centrais do governo Dilma foi ter entregue a um funcionário, Alexandre Tombini, um cargo cujo limite de competência extrapolava seu perfil.
Assim como o Secretário do Tesouro Arno Agustin, Tombini fechou-se em copas durante toda sua gestão, para não expor seu medo pânico de avançar além do manual.
Na política monetária, adotou um conjunto de medidas - as tais medidas prudenciais - justamente para não elevar os juros. Na primeira piscada do mercado, em um choque de oferta provocado exclusivamente por fatores externos, voltou a elevar os juros.
Foi pior. Não tomou nenhuma medida para reduzir os spreads e a concentração bancária. Pouco fez para descontaminar a dívida pública dos juros de curto prazo da política monetária.
Tanto na Fazenda quanto no BC haverá a necessidade de comandantes de fato, explorando melhor o potencial dos quadros técnicos para comandar a transição do quadro atual - de amplo protagonismo dos bancos públicos - para uma posição mais equilibrada, com maior concurso da poupança privada para o financiamento dos grandes projetos de infraestrutura.

Indústria e agricultaram defendem propostas sufocantes dos neoliberais de plantão

http://jornalggn.com.br/noticia/a-opiniao-da-industria-e-da-agricultura-sobre-as-solucoes-de-giannetti

A opinião da indústria e da agricultura sobre as soluções de Giannetti

Jornal GGN - No início deste mês, em 8 de setembro, o jornal Valor Econômico publicou uma entrevista com o conselheiro de Marina Silva, Eduardo Giannetti. O bom trabalho de jornalismo das repórteres Denise Neumann e Catherine Vieira resultou em respostas bastante claras do economista, e surpreendentemente sinceras.
Ele afirmou, por exemplo, que os compromissos sociais do programa de governo de Marina dependem do equilíbrio fiscal para serem cumpridos. Garantiu, além disso, que no caso da vitória da candidata, a indústria deve se preparar para uma “operação desmame”. “Ela [a indústria] está acostumada a chorar e ser atendida. Ela vai ter que se acostumar a uma situação em que será vitoriosa se for bem na competição”.
Para cumprir o compromisso de não aumentar a carga tributária, Giannetti confessou que será necessário cortar despesas. A questão continua a ser: onde? Ele admitiu que é difícil responder de fora do governo, mas identificou “uma extravagância muito grande na expansão do crédito subsidiado no Brasil” e “uma isenção da Cide sobre combustível que prejudica a arrecadação”.
A entrevista repercutiu muito. Principalmente entre os adversários. A presidente Dilma não demorou a se posicionar, demonstrando preocupação com o programa que, ela afirmou, “reduz a pó” a política industrial brasileira, pois “tira o poder dos bancos públicos de participar do financiamento da indústria e da agricultura”.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, seguiu na mesma linha, garantindo em entrevista ao jornal O Globo que as mudanças vão “desmontar a política industrial”. “Vai abrir a economia e submeter a indústria à competitividade. Ou seja, vão quebrar a indústria desse país. Isso se chama tratamento de choque neoliberal. Isso é clássico”, disse.
No entanto, o Jornal GGN procurou especialistas nos setores industrial e agropecuário e a surpresa é que o choque neoliberal foi muito bem aceito e bastante defendido por eles.
O ponto de vista da indústria
Para Carlos Pastoriza, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), as medidas preparam terreno para uma reforma tributária. “Esse choque político vai provocar uma confiança tão grande que rapidamente as torneiras de investimento nacional e estrangeiro vão voltar a jorrar”, acredita.
Ele afirmou que “os ajustes necessários podem até ter um primeiro momento recessivo”. Mas entende que é um mal necessário. “Vai ter um impacto no emprego, com certeza. Eu vejo o que a Espanha fez. O país está com um desemprego cavalar, de 25%, e cortou gastos, causou desemprego, para sair dessa situação deficitária”, lembrou.
Ainda assim, ele defendeu o caminho proposto por Giannetti. “A entrevista que ele deu está em perfeita sintonia com o que a ABIMAQ acredita. Essas reformas são duras, difíceis, politicamente amargas, mas absolutamente necessárias”.
Na opinião de Pastoriza, o único ponto de atenção - o corte que não pode ser realizado - é no financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para máquinas e equipamentos. “Não pode acabar com o Finame. É a única linha de crédito que existe no Brasil para financiar compras de máquinas. Não existe nem no mercado privado. Essa linha é absolutamente necessária. Se tirar, os investimentos da formação bruta caem pela metade”, alertou.
A opinião do agronegócio
O diretor executivo da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Luiz Cornacchioni, tem um ponto de vista parecido. Para ele, a fala de Giannetti é sobre “uma reforma fiscal para enxugar o Estado”. “Ele deve fazer o reequilíbrio da carga tributária, reduzindo os gastos públicos”.
As medidas seriam necessárias para aumentar a competitividade do setor agrícola. “Este ano, do ponto de vista da produção, a safra vai ser boa, mais de 200 milhões de toneladas. Mas a gente não tem mais os preços, os patamares hoje são inferiores”, explicou.
O diagnóstico de Cornacchioni aponta para uma queda nos investimentos em máquinas e equipamentos. “O custo de logística é muito alto, três vezes maior do que o dos concorrentes argentinos e americanos. Os investimentos estão paralisados. A conta frete é 25%, então, o que o fazendeiro faz? Tira o pé. Se o trator aguenta mais um ano, não troca o trator. E isso afeta toda a cadeia de fornecedores”.
Questionado se um corte no crédito subsidiado não agravaria ainda mais a situação, ele disse que não, uma eventual perda no poder de inovação do produtor, com o aumento da Taxa de Juros de Longo Prazo, seria compensada pela alta do câmbio. “O câmbio está artificialmente do jeito que está. E deve sentir rapidamente o choque”.
Cornacchioni defendeu também o fim da isenção da CIDE. “O setor sucroalcooleiro está sofrendo como nunca sofreu antes. Não dá pra segurar o preço do combustível e quebrar o setor”, disse.
Inclusive, ele não teme uma onda de desemprego. “Eu sou otimista na questão do emprego. Eu acho que se mantém, pois teremos uma safra muito boa, do ponto de vista da produção. Isso emprega muita gente para plantar, colher e transportar”.
“Eu acho que o Gianetti atacou os pontos que têm que ser atacados. O Armínio Fraga[presidente do Banco Central no governo FHC e principal assessor econômico da campanha de Aécio Neves] ataca os mesmos pontos. Vamos ter um período amargo? Vamos. Mas precisa mexer, ou os impactos no longo prazo vão ser piores”, finalizou.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Dilma na Globo: Jornalistas desconheciam dados da educação

http://jornalggn.com.br/blog/weden/dilma-na-globo-jornalistas-desconheciam-dados-da-educacao-por-weden

Na entrevista de Dilma no Bom Dia Brasil, em certo momento, a  jornalista Ana Paula Araújo lança de uma vez só um pacote de perguntas sobre educação para a presidenciável. Nenhum problema se fossem perguntas com um mínimo de base em dados reais. Vou transcrever a pergunta de forma literal, para mostrar onde os jornalistas falharam.
"Vamos falar um pouquinho também sobre educação, já que a senhora mencionou agora os programas de governo; só que, no entanto, os resultados que saíaram são decepcionantes. Saíram agora os últimos números do IDEB, que é um termômetro da educação básica, mostrando aí uma piora generalizada do ensino médio, ensino fundamental estagnado. Tivemos também o censo da educação superior, diminuição do número de universitários que se formam, redução no ritimo de crescimento das matrículas. É um quadro de crise também na educação, com estes péssimos números, depois de 12 anos de governo do PT, três mandatos. A minha perginta é: não é muito tempo para estes resultados tão ruins, numa área que é talvez a mais importante...".
No decorrer da resposta, houve duas intervenções. Mais uma de Ana Paula Araújo ("Mas tinha uma promessa de acabar com o analfabetismo, era uma promessa de campanha do presidente Lula...ainda temos 13 milhões de analfabetos"). E outra do jornalista Chico Pinheiro, com uma "informação" de que o Brasil investe pouco com relação aos países desenvolvidos, incluindo um dado sobre algo em torno de 1/3 do investimento mexicano.
Agora vamos aos problemas das perguntas e observações que parecem ter sido feitas sem o devido cuidado estatístico.
Nas séries iniciais não houve estagnação. De primeiro ao quinto ano, o Brasil saltou em nove anos da nota 3,5 no IDEB para 4,9, dentro da projeção estabelecida pelo governo. O país espera superar os 6,0 pontos até 2022, um ano símbolo escolhido pela atual gestão. A avaliação 06 no IDEB é mais ou menos a avaliação 03 no exame internacional PISA, que é a média dos países desenvolvidos. Portanto, foi equivocada a afirmação da jornalista de que houve estagnação no ensino fundamental. 
Nas séries posteriores, de 6o a 9o ano, o ritmo foi menor, mas também evoluiu cerca de 0,8 pontos. Mas, em nenhum momento, isso pode ser visto como estagnação. Como já afirmamos aqui, em outro artigo, é plenamente possível que alcancemos os níveis almejados até 2022, nas séries iniciais e, pouco depois, nas séries posteriores do ensino fundamental. Basta que o desempenho se repita no mesmo intervalo de tempo.
Para um país que universalizou a escolarização por volta do ano de 2000, isto significaria duas décadas e meia para alcançar um nível ideal mínimo de qualidade educacional. É o tempo que foi cumprido mais ou menos por outros países que passaram pelo processo de massificação e qualificação do ensino.
O nó górdio da educação brasileira continua sendo o ensino médio, que realmente vem apresentando dificuldades na evolução. Mas é necessário compreender que a universlização do ensino médio é bem mais recente do que a do ensino fundamental, que se deu por volta do ano de 2000, como já afirmamos. Geralmente, quando se incopora novos sujeitos na escola, a média tende a reter-se devido à falta de ambientação escolar e histórico de escolarização das famílias. Foi assim como os primeiros anos do ensino fundamental na primeira avaliação em 2005: naquele ano, o rendimento era o mesmo do ensino médio hoje - ainda que depois de cinco anos de escolarização universalizada.
Portanto, é uma inverdade que houve piora nos níveis do ensino médio e estagnação no ensino fundamental. O ensino médio está sim próximo da estagnação em termos de avaliação, mas não de avanço no número de matrículas.
No pacote de perguntas, a jornalista Ana Paula Araújo inclui a redução do número de formados no nível superior, sem atentar para o fato que isso se deu graças a problemas com as instituiçoes privadas, já que houve aumento de mátricula nas universidades públicas. No primeiro caso, só depende de mercado. No segiundo, do poder público.
A pergunta sobressalente, sobre número de analfabetos, esconde o que na estatística é bem clara: a maioria dos iletrados brasileiros está em faixas etárias supériores, talvez já "imunes" a processos de alfabetização de adultos. Dos 13 milhões afirmados pela jornalista, 80% se encontram acima dos 30 anos. De 1 a 14 anos, a alfabetização estaria praticamente completada, não fosse o longo percurso que as regiões Norte e Nordeste tiveram que cumprir, mas com incrível evolução em bem pouco tempo.
A emenda da pergunta por Chico Pinheiro não poderia ser pior. O Brasil investe um terço dos países ricos porque, em média, o PIB per capita por paridade de poder de compra é de um terço daqueles países. E não é verdade que invista um terço com relação ao México. Este dado não existe. Uma atitude estranha para um dos jornalistas mais conceituados da Globo. Pelo contrário. Em relação aos 34 países da pesquisa feita pela OCDE, o país está entre os que mais investem proporcionalmente ao PIB per capita por paridade de poder de compra.
Os jornalistas da Globo arriscaram números, mostrando que não tinham dados, mas apenas afirmações com base em manchetes de jornais da própria empresa. O que remete à falta de rigor e preparo na condução de um tema e uma entrevista tão importantes.
Uma lástima.

A aposta de Marina na velha política

http://jornalggn.com.br/noticia/a-aposta-de-marina-na-velha-politica
Jornal GGN – Na coluna de Mônica Bergamo desta terça-feira a notícia esperada de que Marina Silva, do PSB, autorizou o nome de Geraldo Alckmin em panfletos de campanha que levam seu nome e o partido. Os ‘santinhos’ serão distribuídos pelo PSB, em São Paulo, neste fim de primeiro turno, endossado por ela como candidato do partido ao governo de São Paulo.
Mônica Bergamo diz, em sua coluna na Folha, que o primeiro lote de material não trazia o nome de Alckmin e foi rejeitado por Márcio França, do PSB. França é a principal liderança do PSB no Estado e coordenador do comitê financeiro da campanha à Presidência, com Marina. É também o candidato a vice na chapa de Alckmin.
Após a reclamação de França, diz a coluna, os santinhos foram refeitos.
Segundo apurou Bergamo, Marina tem sido pressionada por coordenadores de sua campanha a se aproximar de Alckmin. Eles não querem atrito com o tucano, que tem grande popularidade em São Paulo, fazendo com que percas pontos no Estado. Como Marina andou perdendo pontos nas pesquisas de intenção de votos, em São Paulo, e mantém um viés de baixa, resolveram abraçar a velha política, contrapondo o mote de campanha em fazer ‘nova política’.
Em São Bernardo, na última sexta-feira, placas com o nome de Marina e Alckmin foram retirados das ruas antes do comício da candidata. Depois disso ela foi a Campinas, onde fez declarações mais amenas sobre o governador tucano, se comparadas às anteriores quando tentou vetar a aliança do PSB com PSDB.
Na coluna de Mônica Bergamo outra referência à campanha de Marina, de que mudou a sua agenda para reforçar a campanha no sul do país, colocando no roteiro visitas ao Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. "Não tem por que a Dilma estar bem no sul e a gente não", disse Walter Feldman, coordenador da campanha, à coluna.


Ainda no tópico informações de que a candidata perdeu força na região segundo pesquisas do Datafolha, caindo de 32% para 28%. Na outra ponta, Dilma trilhou o oposto, indo de 32% para 35%.

Cai vantagem de Marina no segundo turno e Dilma reassume a dianteira

http://jornalggn.com.br/noticia/cnt-mda-aecio-cresce-sozinho-no-primeiro-turno-e-cai-vantagem-de-marina-no-2%C2%BA
Jornal GGN - A pesquisa CNT/MDA (Confederação Nacional do Transporte) divulgada na manhã desta terça-feira (9) mostra que o desempenho de Aécio Neves (PSDB) melhorou no primeiro turno enquanto as adversárias Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) oscilaram para baixo. Mas Marina continua levando Dilma para o segundo turno. Nesse cenário, Dilma virou o jogo e está numéricamente à frente de Marina, mas ainda há empate técnico por conta da margem de erro.
Se a eleição fosse hoje, Dilma sairia do primeiro turno com 36% das intenções de voto, contra 27,4% de Marina e 17,6% de Aécio. Na pesquisa anterior, Dilma possuía 38,1%, Marina 33,5% e Aécio, 14,7%. Hoje, Luciana Genro (PSOL) tem 0,7% das intenções de votos, seguida por Pastor Everaldo (PSC), com 0,4%. Outros candidatos somam 0,7%.
Na simulação de segundo turno, PT e PSB racham as intenções de voto, com queda de 4,5 pontos de Marina. Dilma se mantem com 42%, ante 41% da pessebista. Na pesquisa anterior, Marina estava à frente com 45,5% e a petista, 42,7%. Quando Aécio disputa com Dilma, o placar é 36,5% contra 45,5%, respectivamente. Com Marina, Aécio também perde, mas por 32,9% a 43,1%.
Indecisos
Entre os eleitores que não sabem ou não responderam em que vão votar (9,3%), 34,8% disseram que podem escolher Marina de última mora, outros 33,7% citaram Dilma e 28,9%, Aécio. 
Dilma é citada por 51,2% dos entrevistados como a candidata que vencerá a eleição. Marina é a favorita na visão de 29,2%. Aécio é citado por 7,7%. De todos que responderam a pesquisa estimulada para o primeiro turno (seja escolhendo um candidato ou declarando voto branco ou nulo), 77,9% disseram que estão convictos da decisão e 21,3% disseram que ainda podem mudar de candidato.
Avaliação do governo
A avaliação do governo Dilma Rousseff permanece estável. Para 37,4% dos entrevistados, a gestão da petista é positiva. Para 25,1%, é negativa. Os resultados variaram pouco se comparado com a pesquisa anterior, quando a avaliação era positiva para 37,5% e negativa para 23% dos eleitores.
A 122ª rodada da pesquisa CNT/MDA ouviu 2.002 eleitores nos dias 20 e 21 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR – 00753/2014.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Revoada do ninho tucano

Candidatos dissidentes do PMDB iniciaram a corrida eleitoral do lado de Aécio Neves. Vendo que o tucano não levantou voo, a turma está debandando pro lado da Marina.

Um deles é o Geddel Vieira Lima, do PMDB da Bahia, que foi a justiça tentar proibir que seu principal opositor associe seu nome ao de Aécio. Na peça da TV, a apresentadora empurra uma placa com os nomes de Geddel e Aécio e diz: "Acabou o programa do candidato a senador de Aécio. Agora vai começar o programa do senador de Lula."

A justiça negou.