domingo, 18 de setembro de 2016

É possível que Serra esteja neurologicamente decrépito


http://jornalggn.com.br/noticia/e-possivel-que-serra-esteja-neurologicamente-decrepito


Quando José Serra assumiu o MInistério das Relações Exteriores se sabia que era jejuno em política externa.
Quando demonstrou desconhecer o que era NSA (Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos) deu-se algum desconto, devido ao fato de ser uma agência cujos protagonismo só se tornou visível mais recentemente. Mas já era falta grave.
Quando passou a afrontar a Venezuela, o Uruguai, a externar misoginia no México, julgou-se que fosse apenas a assimilação do jornalismo de esgoto que ele ajudou a criar e estimular. 
Quando levou Fernando Henrique Cardoso como assessor especial, para o confronto com a Venezuela na reuniào do Mercosul, julgou-se que fosse apenas o medo de enfrentar situações complexas, que o acompanha desde os tempos de governador do Estado. 
Mas a divulgaçào do vídeo com um Serra tatibitate, sem saber os países que compõem os BRICS, incluindo a Argentina e não sabendo sequer o país representado por cada letra da sigla, acende um sinal amarelo. É possível que a Junta Governativa do país tenha colocado como chanceler uma pessoa com sinais avançados de decrepitude.


OAS fez repasse a empresa suspeita de pagar propina na gestão Serra

http://jornalggn.com.br/noticia/oas-fez-repasse-a-empresa-suspeita-de-pagar-propina-na-gestao-serra


 
Jornal GGN - Ao menos R$ 4,8 milhões foram transferidos pelo consórcio liderado pela OAS na construção do Rodoanel Sul para contas da Legend Associados. O empresário Léo Pinheiro afirmou que a Legend foi utilizada para o pagamento de propina durante o governo José Serra (PSDB) no Estado de São Paulo. De acordo com a força-tarefa da Operação Lava Jato, as transferências foram feitas em 15 parcelas entre 2008 e 2010.
 
Segundo Pinheiro, o consórcio foi orientado a pagar propina de 0,75% do valor do contrato assinado com a Dersa, empresa de economia mista controlado pelo governo paulista. O valor final do contrato do lote 5, construído pelo consórcio da OAS, foi de R$ 602,9 milhões. 
 
Em nota, Serra disse que desconhece a denúncia e "tampouco ouvir falar da empresa citada, menos ainda de suposto pagamento irregular que teria sido acordado em 2006". Em sua tentativa de delação, Léo Pinheiro disse que, durante a negociação do contrato, entre 2004 e 2006, integrantes do governo Geraldo Alckmin (PSDB) solicitaram propina equivalente a 5% do valor total da obra.
 
Leia mais abaixo:
 
Do O Globo
 
 
Segundo delator, foi paga propina durante o governo Serra, que diz desconhecer investigação da Lava-Jato
 
O consórcio liderado pela construtora OAS para cuidar do lote 5 do Rodoanel Sul em São Paulo transferiu pelo menos R$ 4,8 milhões para contas da Legend Associados, empresa que, segundo afirmou o empresário Léo Pinheiro, foi usada para pagar propina durante a gestão de José Serra (PSDB) no governo paulista. As transferências foram realizadas em 15 parcelas, entre setembro de 2008 e março de 2010, de acordo com relatório da força-tarefa da Lava-Jato obtido pelo GLOBO.
 
Em nota enviada por sua assessoria, Serra, atualmente ministro das Relações Exteriores, informou que “desconhece a denúncia, tampouco ouviu falar da empresa citada, menos ainda de suposto pagamento irregular que teria sido acordado em 2006, ano da licitação do Rodoanel Sul”. No texto, o ministro enfatizou que no ano anterior ao começo de seu mandato “foi iniciado o contrato e a obra em questão”, numa referência ao período em que o consórcio recebeu para montar canteiro de obras.
O contrato do Rodoanel foi fechado no governo anterior, de Geraldo Alckmin, também do PSDB, com valor previsto de R$ 511,7 milhões. Quando Serra assumiu, em 2007, o contrato foi reduzido em R$ 19,7 milhões. Dois anos depois, recebeu aditivo de R$ 110,9 milhões. Léo Pinheiro disse na tentativa de fechar acordo de delação premiada, em um anexo com o título “José Serra - Rodoanel”, que o pagamento de propina por meio da Legend ocorreu ao longo da execução do contrato.
Nas palavras de Pinheiro, o consórcio liderado pela OAS foi orientado a pagar propina de 0,75% do valor do contrato assinado com a Dersa, empresa de economia mista controlada pelo governo paulista. O valor final do contrato do lote 5 foi de R$ 602,9 milhões.
Se considerado o percentual citado por Pinheiro, o contrato deveria gerar propina de, pelo menos R$ 4,5 milhões, valor próximo do transferido pelo consórcio à Legend (R$ 4,8 milhões). A Legend é uma das empresas usadas pelo lobista Adir Assad, condenado da Lava-Jato, para ocultar propina. Construtoras assinavam contratos fictícios com empresas de Assad e recebiam os valores de volta, em dinheiro vivo, para pagar vantagens a agentes públicos, entre eles ex-diretores da Petrobras.
CUSTO TOTAL DA OBRA CHEGOU A R$ 5 BI
A construção do Rodoanel Sul foi pactuada por um valor total de R$ 2,5 bilhões. Se incluídos todos os gastos do empreendimento (como desapropriações e compensações ambientais), o valor final foi de R$ 5 bilhões, dos quais R$ 1,2 bilhão foram pagos pelo governo federal — o que torna o Ministério Público Federal (MPF) e a Lava-Jato aptos a investigar o caso.
Léo Pinheiro relatou, na tentativa de delação, que durante a negociação do contrato, entre 2004 e 2006, integrantes do governo Geraldo Alckmin (PSDB) solicitaram propina equivalente a 5% do valor total, segundo a revista “Veja”.
Ele citou o secretário de transportes de Alckmin, Dario Rais Lopes, e o então diretor de Engenharia da secretaria, Mario Rodrigues Júnior, como responsáveis por acertar os valores. Segundo Pinheiro, após Serra assumir o governo, em 2007, e reduzir o valor do contrato, o percentual da propina foi reajustada para 0,75%.
Pinheiro não explicou se Rais Lopes e Rodrigues Júnior continuaram cumprindo o papel de emissários da propina ou se transferiram a função para outras pessoas. Apadrinhado por Gilberto Kassab (PSD), Lopes foi nomeado secretário de Transportes e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades. Foi citado na CPI do Cachoeira, em 2012, como padrinho de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, ex-presidente da Dersa apontado como arrecadador informal de campanhas eleitorais do PSDB. Atualmente, Lopes aguarda decreto do presidente Michel Temer para ser efetivado no cargo de secretário Nacional de Aviação.
Ao deixar o governo paulista, Rodrigues Júnior foi indicado pelo PR para ocupar uma diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a presidência da Valec — estatal ligada aos Transportes.
Mendes Jr. e Carioca Engenharia, que integravam o consórcio com a OAS, não se manifestaram, assim como as defesas de Léo Pinheiro e Adir Assad. Lopes e Rodrigues Júnior afirmaram que não estavam no governo quando as obras começaram e que não comentam investigações.

Quando há excesso de provas, falta convicção.


Deslize no discurso do Lula torna funcionários públicos queridos


Serra gagá como ministro das Relações Exteriores que não sabe nem o que é Brics só aparece nos blogs sujos.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

NASA confirma vida fora da Terra: “não temos como provar, mas temos convicção”

http://www.sensacionalista.com.br/2016/09/14/nasa-confirma-vida-fora-da-terra-nao-temos-como-provar-mas-temos-conviccao/


Finalmente. A notícia mais aguardada da história da humanidade foi publicada há pouco no website da Agência Espacial Americana. Após décadas de pesquisa e trilhões de dólares em pesquisa, enfim podemos dizer que não estamos sozinhos no Universo.
Não há nenhuma evidência científica ou prova de contato com qualquer tipo de vida fora da Terra, mas os cientistas declararam: “não temos como provar, mas temos convicção”. E isso foi o suficiente para anunciar o maior feito científico de todos os tempos.
Um grupo de arqueólogos já agendou uma entrevista coletiva para amanhã. Especula-se que será anunciada a descoberta do tão procurado “elo perdido” entre o homem e o macaco. Não temos como provar, mas temos convicção.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Segundo a Reuters, Petrobrás vendeu gasodutos

http://www.aepet.org.br/noticias/pagina/13754/Segundo-a-Reuters-Petrobrs-vendeu-gasodutos

Segundo a agência de notícias Reuters a Petrobrás fechou acordo para vender 90% de sua participação na unidade de gasodutos Nova Transportadora do Sudeste (NTS) para um grupo de investidores liderados pela canadense Brookfield Asset Management, por 5,2 bilhões de dólares.

Ainda segundo a Reuters, grupo de investidores inclui o fundo de pensões de British Columbia, no Canadá, e os fundos soberanos CIC (China) e GIC (Cingapura). O acordo para a venda da NTS será submetido ao Conselho de Administração da Petrobras, e o fechamento do negócio é esperado para o final de setembro.

A AEPET reitera sua oposição à política de venda de ativos. E mesmo sem a confirmação pela Petrobrás da negociação anunciada pela Reuters, se a venda se concretizar a Petrobrás estará abrindo mão de ativos valiosos e de seu mercado.

Na opinião do Presidente da AEPET, Felipe Coutinho, “o controle

da infraestrutura de acesso ao mercado brasileiro é uma vantagem estratégica da Petrobrás. O intermediário privado na distribuição compete pela renda petroleira, em prejuízo da Petrobrás, dos consumidores e da sociedade”.

Clique aqui para ler sobre a estratégia da Petrobrás.
Clique aqui para ler as alternativas à política de venda de ativos

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

PF omitiu detalhes dos supostos “terroristas tupiniquins”, por Marcelo Auler

http://jornalggn.com.br/noticia/pf-omitiu-detalhes-dos-supostos-%E2%80%9Cterroristas-tupiniquins%E2%80%9D-por-marcelo-auler

Por Marcelo Auler
Dentro do espírito do Estado Policial que o governo Temer impõe ao país, há quase dois meses 15 pessoas estão presas, sem culpa formada, no que pode ser entendido como “prisão para averiguação” que a Constituição de 1988 derrubou. São apontados como possíveis terroristas ligados ao Estado Islâmico (conhecido como EI ou também  ISIS ou DAWLAT).
 
Se dependesse do Instituto Nacional de Criminalística do Departamento de Polícia Federal (INC/DPF), eles as prisões se estenderiam por mais dois meses e meio. Foi este o prazo solicitado à justiça para o envio dos laudos do material apreendido nas buscas feitas em 21 de julho. Sem os laudos, o caso tenderia a ficar parado. A solicitação, porém, foi rejeitada pelo juiz Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara Federal Criminal de Curitiba, que estipulou às 18hs da quarta-feira, 14/09, para a entrega dos documentos.
 
Curiosamente, nos autos do inquérito 5023557-69.2016.4.04.7000, a Polícia Federal omitiu informações nos relatórios enviados ao juiz Josegrei ao fazer os pedidos de prisão temporária e de buscas e apreensões iniciais, que atingiam então 12 suspeitos.
 
Deixaram de explicar, por exemplo, que um menor que nos diálogos aparecia como sendo treinado para ingressar na organização terrorista, tinha então quatro meses de idade, pouco mais de dez meses quando o pai foi preso em 21 de julho e um ano completado no último dia 5 de setembro.
 
Também omitiram do juiz o estado civil de um dos suspeitos, que há oito anos vive uma relação homossexual, registrada em cartório há cinco anos como União Estável. Os adeptos do Estado Islâmico juram de morte homossexuais, como mostrou o atentado a uma boate em Orlando (EUA).
 
Acusados de tentarem criar no Brasil uma célula do EI  e de planejarem ataques terroristas nas Olimpíadas, 13 deles foram indiciados nos crimes de “promover a organização terrorista'” e “realizar atos preparatórios de terrorismo” (ambos conforme a Lei 13.260/2016). Onze ainda são apontados pela Polícia Federal como integrantes de organização criminosa (Lei 12.850/2013) e de corromperem ou facilitarem a corrupção de menores de 18 anos (artigo 244-B do estatuto da Criança e do Adolescente). Entre os suspeitos há um adolescente cujo processo corre na Justiça da Infância e Adolescência de Goiás. Outro menor que apareceu também nas redes sociais, chegou a ser envolvido mas acabou merecendo o tratamento de “vítima”.
 
O indiciamento ocorreu com base exclusivamente em postagens em redes sociais, como Facebook e Telegram, algumas bem anteriores à promulgação da lei antiterrorismo (Lei 13.260, de março passado). Por isso, o indiciamento pela lei de organização criminosa. As mensagens do Telegram, por sinal, chegaram à Polícia Federal através de fonte anônima, não identificada no Inquérito.
 
Com a deflagração da Operação Hashtag, a Polícia Federal realizou buscas em 18 endereços de 13 cidades em 10 estados (São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Amazonas, Ceará, Paraíba, Mato Grosso e Goiás).
 
Entre o material apreendido, não  encontraram nenhuma arma, produto químico, explosivo ou qualquer objeto que concretamente indicasse a preparação de atos terroristas. Recolheram apenas mídias eletrônicas e celulares, além de bandeiras e imagens de adeptos da religião muçulmana e do próprio EI.  Agora buscam em arquivos eletrônicos provas que justifiquem o alarde feito.